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Mai 08

Estudos preliminares realizados com um rim artificial que incorpora células vivas indicam que ele pode reduzir as mortes por falência renal aguda em 50%, informaram pesquisadores em Michigan. O uso do rim artificial seria de curto prazo (até três dias) para permitir que o órgão doente recupere sua função.

O novo rim artificial pode se constituir em um tratamento melhor nos casos de falência renal aguda, em que a alta taxa de mortalidade não mudou, apesar dos anos de avanços nas terapias convencionais, disse H. David Humes, da Universidade de Michigan, autor de um trabalho publicado no Journal of the American Society of Nephrology, publicação da Sociedade Americana de Nefrologia.

O rim artificial, chamado de aparelho de auxilio tubular renal, ou RAD na sigla em inglês, é a forma modificada de um cartucho de filtro usado para diálise contínua. Humes e seus colegas conceberam uma técnica para revestir com células de rim humanas, chamadas células tubulares renais proximais, as superfícies internas desse cartucho.

As células, obtidas a partir de rins doados não apropriados para transplante, devolvem eletrólitos vitais, sal, glicose e água para o sangue filtrado. Esses componentes são normalmente removidos durante a diálise convencional. São produzidas também moléculas do sistema imunológico, chamadas citoquinas, importantes no combate às infecções.

A falência aguda do rim pode ocorrer por causa de traumas, desidratação e outros motivos. Atinge em torno de 5% de pacientes hospitalizados e uma porcentagem ainda maior dos que estão em unidades de tratamento intensivo. A taxa de mortalidade é de 50% a 70%, mesmo quando o paciente está sendo submetido aos melhores tratamentos disponíveis.

 

fonte: O Estado de São Paulo (Versão Electrónica)

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/04/28/ger-1.93.7.20080428.8.1.xml

publicado por rui sousa às 15:51
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