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27
Dez 06

A unidade de hemodiálise é uma das principais carências do serviço de saúde cabo-verdiano, forçando a que dezenas de doentes tenham que ser deslocados para o estrangeiro, todos os anos, para tratamento da insuficiência renal. Portugal é o país que recebe mais doentes cabo-verdianos através dos acordos bilaterais no âmbito da saúde.

 

O protocolo para a instalação de um serviço de hemodiálise deveria ter sido assinado este fim de semana entre a direccção do HAN e a secretária de Estado-adjunta e da Saúde de Portugal.

 

"Portugal vai contribuir na área da formação de recursos humanos, de projectos para a própria unidade de hemodiálise, já que uma unidade de hemodiálise em termos técnicos tem regras", disse a responsável, adiantando que Portugal vai contribuir com "tudo o que Cabo Verde entender ser necessário para este serviço, principalmente a formação de profissionais", cita a Lusa.

 

A responsável portuguesa encontra-se na Praia para participar no 1º Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa. Carmem Pignatelli, que se faz acompanhar do director-geral de Saúde português, Francisco George, fará ainda um conjunto de visitas a instituições e estruturas de saúde da cidade da Praia, para conhecer os principais constrangimentos na questão da saúde, e assim traçar os planos para futuros acordos.

fonte: www.asemana.cv

 
 
publicado por rui sousa às 22:40
música: No speech - guano apes
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A presidente do CNECV, Paula Martinho da Silva, explica que concorda com o levantamento da restrição da actual lei, que limita a colheita de órgãos numa relação de parentesco até ao terceiro grau.
Este parecer foi solicitado ao Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, pela comissão parlamentar de saúde, no âmbito da alteração da actual lei de tranplante de órgãos e tecidos humanos.
Para o CNECV, deve existir uma relação próxima, afectiva e estável entre o dador e receptor. Esta é a medida restritiva para a doação em vida de orgãos, tecidos e células de modo a evitar a comercialização.
Para confirmação desta relação entre dador e receptor, o CNECV indica a utilização de testemunhas, que irão confirmar esta relação.
O CNECV entende que deve ser constituída uma entidade de verificação e admissibilidade de colheita para transplante, por forma a salvaguardar a isenção de que todos os procedimentos técnicos e éticos estão conformes para a aceitação e efectivação da dádiva.
Segundo o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, existem hoje em Portugal 4200 insuficientes renais a fazer diálise que aguardam pelo transplante de um rim.

fonte: www.correiomanha.pt
publicado por rui sousa às 22:26
música: Bloc Party - Banquet
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18
Dez 06
    O estudo sobre a influência da obesidade na sobrevivência do paciente a curto e a longo prazo após a transplantação renal foi publicado no número de Novembro da revista Transplant Internacional.

    Uma equipa de especialistas de Nefrologia de sete hospitais universitários holandeses estudou o Índice de Massa Corporal (IMC) - baseado no peso e na altura dos pacientes - de 2.067 adultos na altura em que forma transplantados, usando dados da entidade que regista e coordena as transplantações na Holanda.

    A investigação concluiu que há um relacionamento significativo entre a obesidade e a falha do transplante ou a morte aumentada, depois de descobrir que seis por cento dos doentes com um IMC superior a 30 (índice de obesidade) morreram no primeiro ano após o transplante, o que aconteceu a metade (três por cento ) dos pacientes com um IMC inferior a 30. Um ano depois, 14 por cento dos pacientes obesos tinham tido uma falha do órgão transplantado, comparados com oito por cento de falhas em pacientes não - obesos.

    Após cinco anos, 71 por cento de pacientes obesos tinham ainda um rim transplantado a funcionar com sucesso, comparado com os 80 por cento dos pacientes com um IMC mais baixo.

    O estudo realçou que, apesar de os números para ambos os grupos de pacientes serem razoavelmente baixos, os pacientes obesos tinham também mais probabilidades de sofrer uma falha do transplante ou não funcionamento permanente devido a infecções e condições fatais do coração.

    "Estima-se que 60 por cento dos candidatos ao transplante renal nos EUA e 10 por cento nos Países Baixos são obesos ou têm excesso de peso", disse Aalt en, salientando que "esta situação tem aumentado constantemente nos últimos anos , o que pode dever-se à ascensão geral da obesidade no mundo".

    "Concluímos que não é justo negar a pacientes obesos a possibilidade de um transplante renal, porque melhoram mais depois de um transplante do que com a diálise", esclarece Aalten, salientando que "não se deve, no entanto, negligenciar o risco aumentado para pacientes obesos depois da transplantação".

    "É muito importante que os pacientes que enfrentam transplantes renais estejam inteiramente informados sobre os riscos que enfrentam e sejam incentivados para perder o maior nível de peso possível", defendeu.

 

fonte: www.rtp.pt

publicado por rui sousa às 16:46
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