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22
Mar 07
A tese acaba de ser defendida na Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica de Portuguesa, Mestrado em Bioética, sob a orientação do Prof. Henrique Silveira de Brito e com nota máxima.
Estudamos dois grupos de pessoas com insuficiência renal crónica: um em tratamento com hemodiálise e outro de transplantados renais.
Os objectivos do estudo foram comparar a qualidade de vida entre estes dois grupos clínicos e ainda analisar o regresso do tranplantado renal à vida profissional, procurando identificar os contributos que a Bioética poderá dar na melhoria da qualidade de vida das pessoas”. Por outro lado, “o grande desafio deste estudo foi analisar os factores adversos que a pessoa transplantada enfrenta no seu regresso à vida profisional”.
A recolha de dados foi efectuada entre finais 2005 e os primeiros meses de 2006, e abrange um largo período (1985 - 2005), pelo que se trata do primeiro estudo feito nesta área nos últimos anos.
As conclusões foram “positivas e interessantes e para o apuramento da qualidade de vida, por exemplo, utilizei uma escala para mediação elaborada pela OMS (Organização Mundial de Sáude), validada em Portugal em 2005”.
A investigação incidiu numa “população constituida por 111 pessoas portadoras de insuficiência renal crónica, das quais 41 se encontram em tratamento com hemodiálise e em lista de espera para transplante; e 77 se encontram transplantadas. Todos os sujeitos do estudo são residentes na RAM e seguidos no Serviço Regional de Saúde - Hospital dos Marmeleiros”.
Em relação à idade dos doentes, o estudo de Judite Sá esclarece que “esta patologia (insuficiência renal crónica) atinge maioritariamnente as pessoas em idade profissional activa, ou seja, 92,8 por cento dos sujeitos têm menos de 65 anos, e destes, 36,9 por cento menos de 41 anos de idade”.
O tempo de espera para o transplante variou entre um período de “zero a cinco anos”. E também se confirmou “o sucesso do transplante, uma vez que 24,3 por cento já conta com mais de dez anos”. O grupo de pessoas em hemodiálise, no período a que o estudo se refere, indica a percentagem de 73,7 por cento.

Estudo importante para uma reflexão actual
O Professor Doutor Walter Osswald, investigador e especialista em Bioética, deu o seguinte parecer sobre a tese em referência: “A dissertação da Mestra Enfermeira Judite de Sá ocupa-se de um importante tema, sobre o qual devemos reflectir com cuidado.
O seu estudo incidiu sobre a totalidade da população de transplantes renais que vivem na Madeira e permitiu chegar a conclusões muito interessantes. Se, por um lado, a qualidade de vida dos doentes sujeitos a transplante melhorou de forma marcada, não se distinguido, na prática, da qualidade de vida dos indivíduos sãos, foi preocupante outra conclusão. De facto, verificou-se que uma percentagem elevada de transplantados não conseguiu alcançar plena re-integração social, mormente no mundo do trabalho, sendo que muitos continuam na condição de inválidos.
Este trabalho, efectuado com rigor metodológico e escrito com correcção, constitui um importante contributo para este tema, tão importante do ponto de vista humano, médico e social.”

fonte:www.jornaldamadeira.pt
publicado por rui sousa às 18:00
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13
Mar 07
Dia 18 de Março, mais de 400 médicos, familiares, doentes e amigos vão correr sete quilómetros de uma Mini-Maratona, com o objectivo de ajudar mais de 70 crianças insuficientes renais crónicas, entre os 4 meses e os 16 anos, que estão em diálise ou transplantadas.

Aníbal Ferreira, médico e membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia: “Aceitamos  este desafio e vamos vestir as camisolas amarelas porque corremos por uma causa nobre. Este ano são esperadas mais de 400 pessoas a percorrerem as ruas de Lisboa com a nossa cor, o que é um recorde absoluto.”
 
A atleta Dina Pedro,  será a madrinha desta iniciativa, para incentivar todos os participantes a concluirem a prova. A campeã de Kickboxing vai fazer o percurso da Mini-Maratona e assim apoiar esta causa solidária e sensibilizar os portugueses para esta doença grave.

A doença renal crónica afecta um em cada dez portugueses. Todos os anos surgem 2.200 novos casos de insuficiência renal crónica terminal, existindo actualmente 14 mil doentes dependentes de diálise ou transplante renal.

fonte: www.cienciahoje.pt
publicado por rui sousa às 23:55
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A Fresenius líder na prestação de serviços renais em Portugal e a maior fornecedora de produtos relacionados com a insuficiência renal crónica do mundo, cria uma parceria com Amgen, para dois importante projectos a nível europeu.
Um dos projectos de investigação visa melhorar os tratamentos que são actualmente prestados aos doentes renais na Europa. O outro, uma parceria para a comercialização do darbopoetina alfa.
Para o projecto de investigação, a Fresenius Medical Care e a Amgen vão contar com o apoio de um grupo de especialistas na área renal. O ponto fulcral da primeira investigação será direccionado para a anemia e doença mineral óssea, patologias que afectam os insuficientes renais.

No âmbito da comercialização do fármaco, a Fresenius Medical Care apoiará a Amgen na divulgação de informação científica sobre anemia, a nefrologistas e outros especialistas em diálise. A Amgen e os seus representantes são e continuarão a ser os únicos responsáveis pelo produto.

fonte: www.cienciahoje.net
publicado por rui sousa às 23:41
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