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30
Jan 08
Novo centro de hemodiálise de Portalegre deve abrir em 2009.
O novo centro de hemodiálise de Portalegre deverá estar concluído em 2009, num investimento de 2,5 milhões de euros, revelou hoje o responsável da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).

Em declarações à agência Lusa, Luís Ribeiro explicou que o novo centro de hemodiálise vai ser construído num terreno de 25 hectares, cedido pelo município local.

Enquanto decorre o concurso e se aguarda a construção do novo equipamento, o responsável garantiu que os cerca de cem hemodializados do distrito de Portalegre vão continuar a receber tratamento no actual centro de hemodiálise.

Os cerca de dez doentes que recebiam tratamento no Montijo, Entroncamento e Abrantes, por falta de condições em Portalegre, regressaram à unidade da cidade alentejana.

«Os doentes que se deslocavam, de forma violenta para fora do distrito, várias vezes por semana, para receber tratamento, nomeadamente para o Montijo, Abrantes e Entroncamento, já recebem tratamento em Portalegre», assegurou.

Segundo Luís Ribeiro, o problema foi ultrapassado com o aumento da «capacidade de resposta da actual unidade e com a reformulação de alguns circuitos naquele espaço».

O actual centro de hemodiálise, que funciona no antigo sanatório da cidade alentejana, propriedade da ULSNA, integra ainda o Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT), um laboratório de análises e o Centro de Saúde.


fonte: Diário Digital / Lusa
publicado por rui sousa às 21:05
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22
Jan 08
Cerca de 20 por cento dos doentes insuficientes renais em diálise morrem todos os anos em Portugal. Os dados são do Gabinete de Registo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia e foram analisados, no passado fim-de-semana, por especialistas médicos nacionais e internacionais, no XI Simpósio de Actualização em Nefrologia.

Os factores que podem contribuir para a elevada taxa de mortalidade nos insuficientes renais em diálise são a idade, sexo, raça, presença de diabetes mellitus, frequência do tratamento dialítico, tempo que estão em programa regular de diálise, anemia, entre outros. Mas, pelo menos, metade destas mortes são atribuíveis a causas cardiovasculares.

As alterações de metabolismo mineral que resultam da insuficiência renal, nomeadamente a elevação dos níveis séricos de fósforo (hiperfosfatemia), é um dos factores responsáveis pelo desenvolvimento de calcificações vasculares e a presença destas, por sua vez, associa-se a um aumento da mortalidade cardiovascular. A taxa de mortalidade por causa cardiovascular é, em média, 30 vezes superior nos doentes em hemodiálise, quando comparada com a população em geral.

Para Maria João Pais, directora do Serviço de Nefrologia do Hospital de Santa Cruz e responsável pela organização deste simpósio, «é fundamental compreender e divulgar as novas abordagens de tratamento dos doentes em diálise, que impeçam a progressão de outras doenças resultantes desse processo, como as doenças cardiovasculares».

No que diz respeito à doença cardiovascular nesta população de doentes, apresentaram-se neste encontro resultados de estudos que permitem compreender os benefícios da utilização de captadores de fósforo, isentos de cálcio, reduzindo assim a possibilidade de desenvolvimento e progressão de calcificações cardiovasculares.

A insuficiência renal crónica é uma doença provocada pela deterioração lenta e irreversível da função renal, que leva a que actualmente mais de nove mil portugueses necessitem de tratamento de substituição da função renal, hemodiálise ou diálise peritoneal. A Associação Portuguesa de Insuficientes Renais aconselha a população a prevenir-se, fazendo análises de rotina e reduzindo consumo de álcool, tabaco e sal, entre outros factores de risco. 

fonte: http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=804121
publicado por rui sousa às 13:59

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