...a escrever sobre dialise desde 2007...

10
Mai 09

 

Um colete com um aparelho portátil de diálise incorporado promete melhorar a qualidade de vida de pacientes com problemas nas funções renais. A peça contém uma versão em miniatura das máquinas de hospital que limpam o sangue de pacientes cujos rins perderam a capacidade de extrair as toxinas do sangue.

Baptizada de Awak (sigla para Automated Wearable Artificial Kidney, ou Rim Artificial Automatizado Móvel), o colete funciona utilizando um método de diálise peritoneal de filtragem do sangue.

Neste tipo de diálise, um líquido é introduzido através de um cateter na cavidade abdominal. À medida que circula e entra em contacto com o peritônio, uma membrana que recobre esta área, o líquido absorve as toxinas do sangue. O líquido é então retirado e deitado fora.

A novidade do colete é que a substância é reciclada e então reintroduzida no corpo, requerendo apenas cerca de um litro, afirmam os cientistas. "Vamos revolucionar o cenário para o tratamento de pacientes com doenças renais. Eles terão diálise contínua e não precisarão fazer as três visitas semanais aos centros de diálise", afirmou o médico Gordon Ku, empresa da Awak Technologies.

Os criadores do Awak dizem que o dispositivo providencia a remoção permanente das toxinas, mantendo um estado metabólico e bioquímico constante e evitando "choques" ou mudanças abruptas nesses parâmetros. Estima-se que a comercialização do produto será iniciada em 2011, a um preço entre 1,5 mil dólares e 2,5 mil.

 

fonte: tvnet.sapo.pt

http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=33423

publicado por rui sousa às 19:55
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O chefe do serviço de hemodiálise do Hospital Josina Machel, Álvaro Malega, informou em Luanda, que a introdução do serviço de Nefrologia e Diálise, em 2007, permitiu a redução em 30 porcento da mortalidade por doença renal.


Segundo Álvaro Malega, no centro os métodos terapêuticos, através do uso de equipamentos especiais de filtragem, o sangue é depurado de substâncias nocivas, processo anteriormente só possível no exterior do país, para onde os pacientes eram encaminhados, por juntas médicas.


“Com o projecto, o país poupa mais de um milhão de dólares por ano, que eram gastos em estadia, tratamento, medicamentos, transportes, alimentação e outros acompanhantes no exterior. Hoje tudo isso não é mais preciso”, afirmou.


De acordo com o especialista angolano, os doentes que estavam no exterior já estão de volta e muitos deles se encontram no Centro a fazer hemodiálise, à receber um serviço tecnicamente dirigido, realizado exclusivamente por médicos angolanos.


“No Centro de Hemodiálise do Hospital Josina Machel, trabalhamos com três médicos especialistas: um angolano, dois estrangeiros e um não especializado. Por outro lado, temos enfermeiros e técnicos de enfermagem, sendo 30 nacionais e três estrangeiros”, referiu.


De salientar que, o Centro assiste actualmente 105 pacientes.

 

fonte: Jornal de Angola online

http://www.jornaldeangola.com/artigo.php?ID=97497&Seccao=geral

publicado por rui sousa às 19:52
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O Centro de Treinamento de Berkeley, apresenta o primeiro simulador de dialise do Brasil.

Fica aqui o video de apresentação...

 

 

 

publicado por rui sousa às 19:39

25
Mai 08

Centro de diálise está há 18 meses à espera de abrir

 

A unidade de hemodiálise foi inaugurada com pompa e circunstância em Outubro de 2006. Um ano e meio depois, este centro, que custou só à Santa Casa da Misericórdia de Penafiel (SCMP) 800 mil euros, ainda não tratou um único doente. Em causa está a falta de uma convenção entre a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte e a instituição.

Nessa cerimónia marcaram presença altos responsáveis locais e um representante do Governo Civil do Porto, Renato Matos, que elogiaram o projecto da SCMP em parceria com a empresa privada Nefronorte - Centro Renal do Norte. À instituição penafidelense coube um investimento na ordem dos 800 mil euros para a remodelação e adaptação do espaço, enquanto a Nefronorte, já responsável pelo centro de hemodiálise de Paredes, suportou a compra de 15 máquinas de hemodiálise no valor de milhares de euros.

Parecia, assim, chegar ao fim um processo iniciado em 2004 e que tinha como objectivo permitir que cerca de 50 doentes renais de Penafiel pudessem realizar o tratamento sem terem de se deslocar a Paredes ou, como acontece em muitos casos, ao Porto. Dezoito meses depois da inauguração, a unidade de hemodiálise de Penafiel continua fechada. Em causa, está a falta de uma convenção que a ARS se recusa a celebrar, apesar de já ter emitido o licenciamento em Outubro de 2005.

A entidade que representa o Ministério da Saúde alega que a gestão do centro será efectuada por uma entidade diferente daquela a quem foi concedido o licenciamento e já informou que a solução passa por a SCMP assumir a gestão da unidade ou desistir do processo para que a Nefronorte se candidate ao licenciamento.

A SCMP refere, no entanto, que este modelo de gestão já estava programado desde o início, até porque sozinha não tinha meios financeiros para avançar com o projecto. O objectivo imediato é reunir com a ARS.

 

fonte: DN online, no dia 03-05-08,

http://dn.sapo.pt/2008/05/03/cidades/centro_dialise_esta_18_meses_a_esper.html

publicado por rui sousa às 16:03
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Estudos preliminares realizados com um rim artificial que incorpora células vivas indicam que ele pode reduzir as mortes por falência renal aguda em 50%, informaram pesquisadores em Michigan. O uso do rim artificial seria de curto prazo (até três dias) para permitir que o órgão doente recupere sua função.

O novo rim artificial pode se constituir em um tratamento melhor nos casos de falência renal aguda, em que a alta taxa de mortalidade não mudou, apesar dos anos de avanços nas terapias convencionais, disse H. David Humes, da Universidade de Michigan, autor de um trabalho publicado no Journal of the American Society of Nephrology, publicação da Sociedade Americana de Nefrologia.

O rim artificial, chamado de aparelho de auxilio tubular renal, ou RAD na sigla em inglês, é a forma modificada de um cartucho de filtro usado para diálise contínua. Humes e seus colegas conceberam uma técnica para revestir com células de rim humanas, chamadas células tubulares renais proximais, as superfícies internas desse cartucho.

As células, obtidas a partir de rins doados não apropriados para transplante, devolvem eletrólitos vitais, sal, glicose e água para o sangue filtrado. Esses componentes são normalmente removidos durante a diálise convencional. São produzidas também moléculas do sistema imunológico, chamadas citoquinas, importantes no combate às infecções.

A falência aguda do rim pode ocorrer por causa de traumas, desidratação e outros motivos. Atinge em torno de 5% de pacientes hospitalizados e uma porcentagem ainda maior dos que estão em unidades de tratamento intensivo. A taxa de mortalidade é de 50% a 70%, mesmo quando o paciente está sendo submetido aos melhores tratamentos disponíveis.

 

fonte: O Estado de São Paulo (Versão Electrónica)

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/04/28/ger-1.93.7.20080428.8.1.xml

publicado por rui sousa às 15:51
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02
Mai 08
Ora cá está outra medida que eu gostava de ver a ser alargada a outros pontos do país!!!
Ficamos então com mais este excelente vídeo sobre a CentroDial
publicado por rui sousa às 23:14

Para quem não conhece o tratamento ou não sabia que ja se realizava em Portugal, aqui fica o vídeo que nos mostra como funciona a dialise nocturna no Centrodial em São João da Madeira.
publicado por rui sousa às 23:08

Ja tinha falado antes neste projecto, em janeiro de 2007 e por acaso encontrei no youtube as reportagens dos principais canais de televisão portugueses no hospital de mirandela com o Enfº André Novo.
Aqui deixo a reportagem da RTP 1 que foi para o ar em 17/02/2007

publicado por rui sousa às 21:57

30
Jan 08
Novo centro de hemodiálise de Portalegre deve abrir em 2009.
O novo centro de hemodiálise de Portalegre deverá estar concluído em 2009, num investimento de 2,5 milhões de euros, revelou hoje o responsável da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).

Em declarações à agência Lusa, Luís Ribeiro explicou que o novo centro de hemodiálise vai ser construído num terreno de 25 hectares, cedido pelo município local.

Enquanto decorre o concurso e se aguarda a construção do novo equipamento, o responsável garantiu que os cerca de cem hemodializados do distrito de Portalegre vão continuar a receber tratamento no actual centro de hemodiálise.

Os cerca de dez doentes que recebiam tratamento no Montijo, Entroncamento e Abrantes, por falta de condições em Portalegre, regressaram à unidade da cidade alentejana.

«Os doentes que se deslocavam, de forma violenta para fora do distrito, várias vezes por semana, para receber tratamento, nomeadamente para o Montijo, Abrantes e Entroncamento, já recebem tratamento em Portalegre», assegurou.

Segundo Luís Ribeiro, o problema foi ultrapassado com o aumento da «capacidade de resposta da actual unidade e com a reformulação de alguns circuitos naquele espaço».

O actual centro de hemodiálise, que funciona no antigo sanatório da cidade alentejana, propriedade da ULSNA, integra ainda o Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT), um laboratório de análises e o Centro de Saúde.


fonte: Diário Digital / Lusa
publicado por rui sousa às 21:05
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22
Jan 08
Cerca de 20 por cento dos doentes insuficientes renais em diálise morrem todos os anos em Portugal. Os dados são do Gabinete de Registo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia e foram analisados, no passado fim-de-semana, por especialistas médicos nacionais e internacionais, no XI Simpósio de Actualização em Nefrologia.

Os factores que podem contribuir para a elevada taxa de mortalidade nos insuficientes renais em diálise são a idade, sexo, raça, presença de diabetes mellitus, frequência do tratamento dialítico, tempo que estão em programa regular de diálise, anemia, entre outros. Mas, pelo menos, metade destas mortes são atribuíveis a causas cardiovasculares.

As alterações de metabolismo mineral que resultam da insuficiência renal, nomeadamente a elevação dos níveis séricos de fósforo (hiperfosfatemia), é um dos factores responsáveis pelo desenvolvimento de calcificações vasculares e a presença destas, por sua vez, associa-se a um aumento da mortalidade cardiovascular. A taxa de mortalidade por causa cardiovascular é, em média, 30 vezes superior nos doentes em hemodiálise, quando comparada com a população em geral.

Para Maria João Pais, directora do Serviço de Nefrologia do Hospital de Santa Cruz e responsável pela organização deste simpósio, «é fundamental compreender e divulgar as novas abordagens de tratamento dos doentes em diálise, que impeçam a progressão de outras doenças resultantes desse processo, como as doenças cardiovasculares».

No que diz respeito à doença cardiovascular nesta população de doentes, apresentaram-se neste encontro resultados de estudos que permitem compreender os benefícios da utilização de captadores de fósforo, isentos de cálcio, reduzindo assim a possibilidade de desenvolvimento e progressão de calcificações cardiovasculares.

A insuficiência renal crónica é uma doença provocada pela deterioração lenta e irreversível da função renal, que leva a que actualmente mais de nove mil portugueses necessitem de tratamento de substituição da função renal, hemodiálise ou diálise peritoneal. A Associação Portuguesa de Insuficientes Renais aconselha a população a prevenir-se, fazendo análises de rotina e reduzindo consumo de álcool, tabaco e sal, entre outros factores de risco. 

fonte: http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=804121
publicado por rui sousa às 13:59

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